Every Breath*
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A sua vida me apagou.
sua morte me fará nascer.
tchau *-*
ASK
Faq
home
Pode parecer confuso mas é um alento. Olhe para o lado: estamos vivendo numa era em que pessoas matam em briga de trânsito,matam para se divertir. Além disso, as pessoas estão sem dinheiro. Quem tem emprego, segura. Quem não tem, procura. Os que possuem um amor desconfiam até da própria sombra, já que há muita oferta de sexo no mercado. E a gente corre pra caramba, é escravo do relógio, não consegue mais ficar deitado numa rede, lendo um livro, ouvindo música. Há tanta coisa pra fazer que resta pouco tempo pra sentir. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Gbo3LYv7V2c?hl=en&autoplay=1&loop=1"><img src="http://www.gtaero.net/ytmusic/play.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>
theme feito por im-mutable; base por deslocado e alguns detalhes por noheartgirl. não copie e nem se inspire.
Quando a gente é jovem tudo parece o fim do mundo. Mas, não é. É só o começo.
17 outra vez.  (via gabrielcezar)

Posted 41 minutes ago with 24,709 notes
originally cirandices


Na real? Queria sentir seu abraço agora.


Posted 57 minutes ago with 13,234 notes
originally ob-cecado


Posted 58 minutes ago with 2,334 notes
originally m-aldade

“Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte {…} Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.” (Romanos 8: 2 e18)



Posted 1 hour ago with 60,986 notes
originally sparklesforbreakfast

Converso sozinho. Invento diálogos, e admito que tenho meus amigos imaginários. Talvez soe como piada: Meu próprio mundo é menos hipócrita.
Orquestrando. (via orquestrando)

Posted 2 hours ago with 800 notes
originally orquestrando

Epitáfio.
Me arrependo de não ter falado “Eu te amo”, para o Huck.

Demorei um pouco para perceber como o mundo é obtuso. Geralmente eu observava o vai-e-vem das pessoas, sempre na mesma rotina.
A vizinha ia a padaria, o padeiro jogava aquele “charme”, a patricinha saindo na chuva toda arrumadinha, o cachorro do moleque latindo com as outras crianças, o advogado com seu carrão importado, a esposa metida, a adolescente rebelde, o jovem viciado, o político corrupto, a empregada destratada. O marido adúltero, e por aí vai.
Todas as manhãs, exatamente ás 5:30, eu acordava, fazia meu café, lia meu jornal do mês passado, e depois ia comprar o pão que eu nunca iria comer. Nunca fui solitário, eu tinha um cão. Tinha, ele morreu antes que eu pudesse dizer que o amava. Era um bom amigo. Gostava de dormir durante a tarde. As vizinhas ordinárias, sentavam na minha calçada, e começavam a falar sobre novelas, homens que elas nunca iriam pegar, e sobre chá. Embora, gostasse de ouvi-las, eu odiava quando elas começavam a falar em chá. Geralmente a noite, eu ia assistir as novelas. (Por curiosidade) e depois fazia chá. Apesar de detestar. Ás 5:30 da manhã, começava tudo outra vez. ”Jornais, crianças, velhas, novelas, chá.” Apesar de me achar completamente desnecessário para a sociedade, gostava de estar ali, eu era incômodo, as pessoas tinham medo da minha casa, com exceção das velhas, é claro. Eu não falava muito, na verdade eu não falava nada, isso não quer dizer que eu não cometia a demência de chamar por um nome ausente dentro da minha casa. Tive minhas epifanias, eu gostava de cruzadinhas. Isso explica o fato de ler sempre os jornais atrasados. Também colecionava cards, pagava doces aos moleques, eles me davam aqueles cards coloridos, era minha paixão. Minha segunda paixão, a primeira era o meu cão. Também tive algumas utopias. Sonhava com aquela mulher gostosa, de olhos azuis e corpo escultural, aquela que o advogado, o padeiro, o corno , o jovem viciado e até as velhas falavam sempre. Via ela nos filmes. O que me faz lembrar, que eu odiava filmes. Ficção nunca foi algo bom, aliena os jovens. Sempre gostei mais de livros, não livros finos, gostava daqueles com suas 500 e tantas páginas, cada uma com frases insanas, estúpidas, ou coisas poéticas. Embora poucas pessoas tenham ido na minha casa, ou passado tempo o suficiente lá para observar-me, eu era organizado. Cada disco velho no lugar certo, cada pedaço de cruzadinha dentro de uma caixinha, sempre comprava flores, ou melhor, negociava com os moleques, e deixava minha casa sempre limpa. Mesmo não saindo muito de casa, ou vendo jornais atualizados, eu conhecia muito sobre a sociedade. Nunca mudou, desde o meu tempo de criança. Pessoas sempre com suas próprias prioridades, seus próprios mundos dentro de si mesmos, e seus amores. Conhecia cada pessoa da minha vizinhança, apenas olhado para eles todos os dias, da janela da sala. Ainda tive tempo para minhas paixões, me apaixonei pela vizinha, pela patricinha, e pela esposa metida. Sem falar nas gostosas da novela. Cá entre nós, eu adorava novelas, e também via revistas pornos. Não tive uma vida ruim, meus vazios o filhote preenchia. Esqueci-me de ressaltar que ele salvou a minha vida, tantas e tantas vezes. Me trazendo todos os dias os jornais velhos, a caixinha com as cruzadinhas, e empurrando meus livros para perto do sofá. Mas, havia algo escrito na corrente que ele guardava no pescoço. ”Maria, eterno amor.” Não preciso falar sobre a Maria, embora tenha escrito tanto, eu nunca consigo escrever sobre ela, pensar muito tempo nela, ou ver ela nas outras pessoas, eu apenas sinto ela. Maria ganhou o Huck quando tínhamos acabado de nos casar, e morreu 2 meses depois. Ela era uma boa menina. Não me arrependo de nunca ter falado com as pessoas por muito tempo, não me arrependo de ter visto a vida passar apenas da janela da sala. Me arrependo de não ter falado ”Eu te amo”, para o Huck.


Rio De Janeiro - 1937- 2000. “Não chegamos a saber o nome dele. Ele era um bom homem, acho que ele amava a vida, mas ela morreu tão cedo.” - Velhas.
Orquestrando -  (via orquestrando)

Posted 2 hours ago with 129 notes
originally orquestrando

Sabe, cara, eu tenho que confessar que quando eu mandei ela embora, eu fiquei esperando ela voltar. Eu fiquei exatos 145 dias esperando uma ligação, uma mensagem, até um sinal de fumaça eu tava aceitando. Eu lembro que a última vez que eu a vi, ela vestia uma calça jeans e uma blusa rosa que deixava ela mais linda do que se ela estivesse de vestido e salto alto. Eu sempre gostei disso nela, dessa coisa dela parecer mais bonita que todo mundo mesmo que tivesse de pijama e maquiagem borrada. Ela tem uma coisa diferente, sabe? Ela não é como as outras, ela gosta de rock mas eu lembro que ela sabia a letra inteirinha de uma musica do Restart. Ela vestia roupas curtas, mas ela ficava estranhamente inocente com essas roupas, parecia uma daquelas atrizes adolescentes de novela das oito. Ela era tão minha, só de olhar para ela eu sabia que ela era minha… Era… Não é mais porque eu achei que a vida com ela seria monótona demais, sei lá, achei que não ia dar certo porque a gente dava certo demais, e eu fiquei com medo de em algum momento ela ir embora e me deixar. E eu era desse tipo mesmo, que ligava pra quem terminava e pra quem era o mais forte e o mais inteligente, mas ela não sabia disso, ela nunca soube dessas minhas competições internas e mesmo assim sempre pareceu frágil demais, inocente demais. Ela me beijava com vontade de beijar o resto da vida, eu sentia isso, cara, eu sentia que ela gostava de mim como nenhuma outra garota nunca gostou. Ela se aninhava nos meus braços com uma facilidade tão incrível que parecia que ela tinha nascido para ficar escondidinha dentro do meu abraço. 145 dias e eu não consigo esquecer o jeito que ela olhava pra mim, como se eu fosse o melhor cara do mundo, como se eu valesse a pena e ela estivesse disposta a tudo por mim. Eu tinha aquela garota na palma da minha mão, eu poderia trair, brincar, até gritar, que ela ficaria comigo porque sempre soube que eu precisava dela, embora não falasse, ela sabia que eu já não imaginava um jeito de ficar longe dela. Mas se ela sabia, por que ela me deixou? Eu sei que a mandei embora, mas era pra ela ter ficado, cara. Só que ela foi embora, e levou tudo com ela, as calcinhas que ela pendurava sob o box e as camisetas que ela guardava na minha gaveta de meia. Levou aquele beijo, aquela voz gostosa e se levou de mim rápido demais. Eu fui um canalha, um babaca, um otário e outras essas coisas que ela me disse quando foi embora e deu aquele gritinho agudo dizendo que ela nunca deveria ter me conhecido. Na hora eu não senti nada, sei lá, fiquei olhando pra ela e deixei ela ir embora, mas depois, depois quando eu olhei pro box e não vi a calcinha dela lá, eu senti que tinha feito merda e que já era tarde demais, que eu tinha sido o cara mais burro do mundo e tinha perdido a única garota que gostou de mim mesmo eu dando motivos pra não gostar. Ela assistia futebol, ia à finais de campeonato comigo, ela torcia comigo, ela amava andar pela casa só de calcinha e sutiã, ela fazia uma massagem que só ela sabe fazer, ela não brigava comigo quando eu sumia e muito menos reclamava quando eu passava uma semana sem dar sequer um telefonema. Ela gostava de mim, ela me amava, não amava? Agora me diz porque eu mandei ela embora. Eu tinha a garota perfeita, a namorada perfeita, a mulher perfeita, e poderia ter pro resto da vida se quisesse. Mas eu mandei ela embora e ela não me liga mais. Ela sai com os amigos e dizem que ela está feliz. Ela encontrou alguém melhor do que eu. Ela está bem, não está? Então por que eu não estou? Nesses 145 dias eu senti a falta dela. E hoje no 146° dia, eu sinto a falta dela pra caralho.
— Eu mandei ela embora, e porra, ela foi mesmo. — Cibele Sena (amargar)

Posted 2 hours ago with 3,190 notes
originally amargar

Eu amo só você, só eu amo você. Eu amo você só.
Caio Augusto Leite. (via corravagabundo)

Posted 2 hours ago with 1,008 notes
originally ventodemaio